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sábado, 7 de maio de 2016

5 melhores later+ais do brasil de todos os tempos

Os 5 melhores laterais-esquerdos brasileiros de todos os tempos

O futebol brasileiro sempre contou com excelentes laterais-esquerdos, mas, depois de Roberto Carlos, me arrisco a afirmar que não houve na posição um outro nome que possamos chamar de craque. Diferente da situação atual, em tempos que já são história, a seleção brasileira contava com laterais-esquerdos que faziam a diferença dentro dos gramados. Na minha opinião, os cinco dessa lista foram os melhores.


5 – Branco
Branco contra a Holanda

O gaúcho Cláudio Ibraim Vaz Leal, conhecido no futebol  pelo apelido de Branco, jogou em vários clubes: Internacional, Porto, Genoa, Corinthians, Fluminense.  Ídolo eterno dos tricolores cariocas, Branco também marcou época vestindo a camisa da seleção brasileira; foram 72 partidas, três Copas do Mundo ( 1986, 1990 e 1994 ) e 9 gols, entre eles, o marcado no jogo contra a Holanda, no Mundial de 1994, que, de tão decisivo, fez do lateral um dos heróis daquela conquista.


4 – Marinho Chagas
O lateral-esquerdo Marinho Chagas

No futebol moderno é obrigação dos laterais apoiar o ataque, contudo nem sempre foi assim. Nas década de 1970 e 1980, quando o potiguar Marinho Chagas largava a defesa e partia para o campo do adversário, os treinadores iam à loucura. Marinho Chagas, taticamente, estava muito à frente de seu tempo, o que lhe valeu o apelido pejorativo de “Avenida Marinho Chagas”.  Ídolo do Botafogo, o lateral-esquerdo era dono de um chute forte e preciso, marcando muitos gols de falta. Marinho jogou 36 partidas defendendo a seleção, marcando 4 gols. Ele disputou a Copa do Mundo de 1974, quando a seleção ficou em quarto lugar. O “Diabo Loiro”  faleceu em 1 de junho de 2014.


3 – Júnior
Júnior - lateral-esquerdo

O paraibano Leovegildo Lins da Gama Júnior, conhecido no futebol apenas por Júnior, desfilou o seu talento por décadas,  pelos campos do mundo inteiro. Jogador de extrema técnica e rara habilidade, tinha grande visão de jogo, precisão nos passes e também era ótimo cobrador de faltas. Antes de ir para a Europa, atuava como lateral-esquerdo, no Velho Mundo passou a jogar no meio-campo; em ambas as posições mostrou a mesma maestria. Júnior é o jogador com o maior número de jogos pelo Flamengo: 614 jogos. Com a seleção brasileira disputou 88 jogos, participou de duas Copas do Mundo ( 1982 e 1986 ) e marcou  8 gols. Em 1982, fez parte do mítico time de Telê Santana, que apesar de não ter conquistado a Copa, é considerado por muitos como a melhor seleção brasileira de todos os tempos. No Mundial da Espanha, Júnior marcou um gol contra a Argentina, que ficou imortalizado pela famosa comemoração em ritmo de samba.


2 – Roberto Carlos
Roberto Carlos

O lateral-esquerdo Roberto Carlos é um daqueles jogadores com os quais não há meio termo: ou você o venera, ou você o odeia. Dono de um poderoso chute com a perna esquerda, Roberto Carlos colecionou títulos por onde passou. Ídolo do Palmeiras, ele viveu o auge de sua carreira durante os 11 anos em que defendeu o Real Madrid; foram 584 jogos pelo clube espanhol, onde conquistou três  Ligas dos Campeões. Com a seleção brasileira foram 125 partidas e 11 gols. Roberto Carlos foi nosso lateral-esquerdo em três Copas do Mundo ( 1998, 2002 e 2006 ), sendo campeão em 2002. Em 2006, ele protagonizou um lance no mínimo polêmico: enquanto o lateral arrumava a meia, o francês  Thierry Henry marcava o gol que mandou o Brasil de volta para casa.


1 – Nílton Santos
Nílton Santos - o maior lateral-esquerdo de todos os tempos

Nílton Santos é um dos poucos jogadores de defesa que pode ser elevado à categoria de gênio. O lateral-esquerdo vestiu somente duas camisas: a do Botafogo e a da Seleção Brasileira. Disputou quatro Copas do Mundo, sagrando-se bicampeão em 1958 – 1962. A técnica, a habilidade de Nílton Santos fizeram com que ele fosse chamado de “Enciclopédia do Futebol”. Em 2000, a FIFA o elegeu como o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos. Nílton Santos faleceu em 2013.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

10 genios do futebol

10 gênios do futebol que não ganharam uma Copa do Mundo

Eles figuram na maioria das listas dos melhores jogadores de todos os tempos. São ídolos dos clubes em que jogaram. Ganharam quase todos os títulos possíveis para um jogador. Fizeram fama e fortuna; mas, não conquistaram uma Copa do Mundo. Alguns desses gênios do futebol nem sequer disputaram um mundial, outros estiveram bem próximos do título. Em comum, além da genialidade, eles amargam o desgosto de não terem erguido o troféu da maior competição do futebol.


1 – Matthias Sindelar
Sindelar
Sindelar era tcheco, nascido na Morávia, então parte do Império Austro-Húngaro. Sua família mudou-se para Viena quando ele tinha dois anos de idade. Sindelar é considerado o maior jogador austríaco de todos os tempos; seu desempenho como um centroavante goleador que também voltava para buscar jogo e puxar os marcadores para fora da área, tabelando com os meias, lhe deixou conhecido como um dos mais revolucionários jogadores europeus no início do século passado.

Sindelar ganhou duas Copas Mitropa (torneio precursor da Liga dos Campeões da UEFA), em 1933 e em 1936, tendo também conquistado um campeonato austríaco, o de 1926. Sua elasticidade e leveza renderam-lhe o apelido de Der Papierene, o "Homem de Papel". Na Copa de 1934, a Áustria de Sindelar ficou em quarto lugar, desbancada na semifinal pela anfitriã Itália.

Com a ascensão do nazismo e a anexação da Áustria, Sindelar não pode participar da Copa de 1938, o craque morreria em 1939, sob circunstâncias misteriosas.


2 – Di Stéfano
Di Stéfano

Alfredo di Stéfano Laulhé é para muitos o nome do maior jogador nascido em terras castelhanas, tendo mesmo quem o considere superior a Pelé. Os cronistas o descrevem como um artista da bola, inteligente, habilidoso e veloz, mas acima de tudo, um artilheiro nato, um obcecado pelo gol. Fez  818  em 1115 jogos.
Começou no juvenis do River Plate e aos vinte anos já era titular da chamada “La Máquina”, jogou depois no Milionários de Bogotá e finalmente no Real Madrid, onde viveu seu auge como jogador. Na equipe espanhola, entre dezenas de títulos, foi cinco vezes campeão da Europa.
Defendeu as cores de três países. Por sua terra natal,  jogou pouco: seis partidas em 1947, ainda assim, marcou seis gols e foi campeão sul-americano daquele ano. Pela Colômbia jogou quatro vezes, sem marcar gols. Ambas as seleções não participaram das eliminatórias para as Copas de 1950 e 1954.
Na Fúria espanhola, jogou de 1957 a 1962. Apesar do favoritismo absoluto, a Espanha não conseguiu a classificação para a Copa de 1958, em 1962 chegou lesionado ao Chile, esperando poder jogar na segunda fase, mas a seleção espanhola foi eliminada prematuramente pelo Brasil. Di Stéfano nunca atuou em uma Copa do Mundo.


3 – George Best

George Best
Há um ditado bastante popular na Irlanda do Norte que diz o seguinte: “Maradona good. Pelé better. George Best”. O craque se consagrou no time inglês do Manchester United, sendo considerado um dos maiores ídolos do clube de todos os tempos e o melhor jogador irlandês e britânico da história.

Best está sem dúvida entre os grandes jogadores da história do futebol a jamais ter jogado uma Copa do Mundo. Ironicamente, na primeira tentativa de classificação para uma Copa sem contar com Best, os norte-irlandeses conseguiram vaga para a de 1982. Houve quem defendesse a sua convocação para o mundial da Espanha, Best estava com 36 anos e escondido na liga estadunidense, mas ainda era respeitado na terra natal.  O jogador declarou que ficaria contente em jogar nem que fosse por poucos minutos, apenas para sentir a sensação de disputar uma Copa, mas respeitou a decisão do técnico de não levá-lo ao Mundial.

Sempre envolvido com belas mulheres e monumentais bebedeiras, Best faleceu em 2005. Pelé, que o visitara no hospital, deixou-lhe uma carta em que terminava dizendo: “Do segundo melhor jogador de todos os tempos, Pelé.”


4 – Puskas
Puskas
Ferenc Puskas nasceu em Budapeste em 1927. Os historiadores do futebol dizem que ele foi um craque espetacular, líder da lendária seleção húngara que encantou o mundo na metade do século passado. Era driblador de extrema habilidade na perna canhota, apelidado de o “Canhota de Ouro”.
Puskas começou sua carreira no Kispest, que foi rebatizado pelo exército húngaro como Honved, onde foi campeão do seu país quatro vezes e artilheiro outras quatro. No Real Madrid foi campeão da Europa em três ocasiões, sendo duas vezes artilheiro do torneio e ganhou cinco títulos da Liga Espanhola.
Na seleção húngara Puskas foi campeão olímpico em 1952 e na Copa de 1954 ficou com o vice-campeonato, quando foram derrotados pela Alemanha, numa das maiores surpresas do futebol mundial. Naturalizado espanhol disputou a Copa de 1962, mas não passou da primeira fase. Puskas faleceu em 2006.


5 – Eusébio

Eusébio
Eusébio da Silva Ferreira, nasceu em Moçambique, na época colônia portuguesa, em 1942. Ficou conhecido no futebol como o “Pantera Negra” e era um goleador espetacular, dono de uma velocidade incrível e um chute fortíssimo.
Foi no Benfica de Lisboa que Eusébio ganhou fama internacional no futebol, levando o clube português ao bicampeonato europeu em 1961-1962 e outras três vezes ao vice-campeonato do torneio. A carreira de Eusébio foi marcada por lesões, tendo sofrido seis operações no joelho esquerdo e uma no direito. Marcou 733 gols em 745 jogos oficiais e foi eleito o terceiro jogador do século, atrás de Pelé e Maradona.
Na seleção portuguesa, conduziu a equipe na histórica campanha de 1966, conseguindo para Portugal o terceiro lugar na competição. Nessa Copa,  Eusébio marcou nove gols, o que lhe garantiu a artilharia do mundial da Inglaterra. Foi a única Copa que o “Pantera Negra” disputou. Eusébio faleceu em janeiro desse ano.


6 – Cruijff Cruijff
Johan Cruijff é apontado por muitos especialistas, como um dos poucos  a ombrear com Pelé na arte de futebol. Habilidoso, veloz e inteligente, tinha a capacidade de colocar o seu talento a serviço do conjunto, inaugurando o “futebol total”, ou seja, um esquema de jogo onde todos os jogadores marcavam, defendiam e atacavam. Essa maneira de jogar foi levada à perfeição pela seleção holandesa na Copa da Alemanha em 1974.
No Ajax, Cruijff ganhou o tricampeonato da Copa dos Campeões, sendo duas vezes eleito o melhor jogador europeu. Contratado pelo Barcelona, na negociação mais cara da época, levou o time catalão ao título espanhol, depois de um jejum de 14 anos. No Barcelona foi eleito pela terceira vez, o melhor jogador europeu.
Na Copa de 1974, a Holanda surpreendeu o mundo com a sua maneira de jogar, que ficou conhecida como o “Carrossel Holandês”. Um  a um os adversários da Laranja Mecânica caíam, entre ele: Uruguai ( 2x0), Argentina (4x0) e nas semifinais o Brasil, que sucumbiu por 2x0, numa atuação magistral de Cruijff. Na final daquele mundial a Alemanha, como acontecera em 1954, contrariou as expectativas de todos, vencendo a Holanda e erguendo o caneco.
Cruijff, por ser contrário ao regime militar na Argentina, negou-se a disputar a Copa de 1978. Depois de encerrar a carreira, ele tornou-se um técnico de sucesso.


7 – Platini
Platini
Michel Platini era um brilhante estrategista na armação do jogo, um meio campista clássico, cerebral, que com um toque deixava os atacantes na cara do gol. Também era um grande cobrador de faltas e um artilheiro nato.
Na França jogou no Nancy e no Saint-Étienne, neste último ganhou seu único título francês. Na Juventus da Itália, ganhou a Copa dos Campeões da Europa, o Mundial de Clubes e três títulos italianos. Atuando pela equipe de Turim, ganhou três vezes a Bola de Ouro, como o melhor jogador europeu.
Pela seleção francesa disputou três Copas do Mundo. Em 1978, na Argentina, o time foi eliminado logo na primeira fase; em 1982, a França ficou em quarto lugar, após a dramática semifinal com a Alemanha e em 1986, “os azuis” conseguiram o terceiro lugar, derrotando Itália e Brasil, mas caindo novamente para a Alemanha nas semifinais. Platini foi campeão da Eurocopa de 1984.
Após uma carreira sem muito sucesso como técnico, Platini foi eleito presidente da UEFA em 2007.


8 – Zico
Zico
Arthur Antunes Coimbra, o Zico, é o maior jogador da história do Flamengo e para muitos, o sucessor de Pelé na seleção brasileira. É o maior goleador que o Maracanã já teve com 333 gols em 435 jogos. Zico era dono de um futebol maravilhoso, feito de dribles, lançamentos e arrancadas espetaculares em direção do gol. Foi um dos maiores batedores de falta que o mundo já viu, tanto que na Itália, os jornalistas debatiam sobre como se poderia evitar os gols dele em cobrança de faltas. Zico foi o ídolo de toda uma geração brasileira.
No Flamengo, ganhou quatro campeonatos brasileiros, a Taça Libertadores e o Mundial de Clubes, além de sete estaduais. Jogou também pela Udinese na Itália e pelo Kashima Antlers, do Japão.
Zico disputou três Copas do Mundo. Em 1978, sofreu uma lesão e despediu-se da competição contra a Polônia, na segunda fase de grupos. O Brasil ficaria com o terceiro lugar.
Em 1982, na Espanha, formou ao lado de Sócrates e Falcão, um espetacular meio campo da seleção canarinho, que embora sendo a favorita absoluta, caiu perante a Itália ou melhor perante Paolo Rossi, pesadelo da torcida brasileira, só exorcizado na final de 1994.
Em 1986, no México, disputaria sua última Copa. Em virtude de estar se recuperando de uma séria lesão, ficou na reserva, entrando em cinco partidas. No jogo contra a França, perdeu um pênalti e o Brasil foi eliminado pelos franceses.


9 – Stoichkov
Stoichkov
Hristo Stoichkov é um desses gênios do futebol que as vezes surgem em países com pouca expressão nos gramados. Nascido na Bulgária, Stoichkov foi um craque de extrema habilidade com a perna esquerda. Da canhota do búlgaro partiam lançamentos perfeitos para os atacantes. Conseguiu a proeza de levar a seleção do seu país às semifinais da Copa de 1994. No Barcelona, ao lado de Romário, formou uma das melhores duplas de ataque do futebol mundial.

Seu ápice como jogador foi em 1994, quando recebeu a Bola de Ouro do futebol europeu, então entregue pela revista France Football. Foi também o ano de sua coroação como herói nacional ao conduzir sua seleção à melhor campanha de sua história em Copas do Mundo. Nos Estados Unidos, os búlgaros alcançaram as semifinais, em que perderam para a Itália por 2 a 1. A seguir, foram derrotados por 4 a 0 pela Suécia na decisão do terceiro lugar. Apesar dessa decepção, Stoichkov voltou para casa com a satisfação de ser o artilheiro do torneio com seis gols, empatado com o russo Oleg Salenko.
Dois anos mais tarde, aquela mesma geração de jogadores conseguiu classificar a Bulgária para a Eurocopa, depois de 28 anos de espera. O selecionado foi eliminado já na primeira fase, mas Stoichkov fez um gol em cada um dos três jogos. Foram os anos de ouro do futebol búlgaro.
O atacante parou de defender a seleção de seu país em 1999, depois de 13 anos, 83 partidas e 37 gols. "Nenhum búlgaro chegará tão longe como eu", garantiu Stoichkov com sua peculiar franqueza.


10 – Baggio
Baggio
Roberto Baggio foi um jogador genial. Habilidoso e dono de uma personalidade forte, o craque continua sendo um caso à parte na história do futebol italiano. Jogador extraordinário, ele ficou a um pênalti de levantar a taça mais cobiçada do planeta bola. 
A história de Baggio é a de um atacante naturalmente talentoso que precisou dar provas de uma impressionante coragem para conseguir superar, às custas de muito sacrifício e sofrimento, lesões recorrentes no joelho direito. Compensando o porte físico mediano  com uma técnica individual incomparável, uma rara visão de jogo e um instinto nato para o gol, o elegante camisa 10 passou toda a sua carreira na Velha Bota, da estreia na terceira divisão em 1982 com o Vicenza até pendurar as chuteiras no Brescia, em 2004.

Baggio disputou três Copas do Mundo. Em 1994, nos Estados Unidos, o craque perdeu um pênalti na decisão contra o Brasil e a Itália ficou com o segundo lugar.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

sobre futebol femenino

Futebol feminino

Ver artigo principal: Futebol feminino
Uma partida de futebol feminino.
futebol feminino tem apresentado um crescimento lento atualmente, principalmente devido a obstáculos sociais e culturais que não permitem o ingresso pleno da mulher ao desporto.[53] O primeiro jogo feminino sob as regras de futebol do qual se tem registros ocorreu em 1892, na cidade escocesa de Glasgow.[54] No final de 1921 o futebol feminino foi proibido na Inglaterra, ação não seguida por outros países do mundo. Em 1969 o futebol feminino voltou a ser realizado naInglaterra, motivo pelo qual começou a se expandir fora do seu território. A primeira partida internacional de seleções de futebol feminino ocorreu em 1972, casualmente 100 anos depois do primeiro encontro masculino, onde a Inglaterravenceu a Escócia por 3 a 2.[54] Os primeiros torneios mundiais começaram a ser disputados nos anos 1990: a Copa do Mundo de Futebol Feminino a partir de 1991 e como desporto olímpico desde 1996.
Segundo uma pesquisa realizada pela FIFA, existem cerca de 26 milhões de jogadoras no mundo. Em média, para cada 10 futebolistas (de ambos sexos) existe uma jogadora no mundo.[2]

terça-feira, 3 de maio de 2016

eu nao sabia algumas dessas...............

sábado, 30 de abril de 2016

mascotes das copas

Os mascotes das copas

- Copa da Inglaterra de1966 - Willie, um leão.

- Copa do México de 1970 - Juanito, um garoto com sombreiro.

- Copa da Alemanha Ocidental de 1974 - Tip e Tap, dois jovens .

- Copa da Argentina de 1978 - Gauchito, um menino .

- Copa da Espanha de 1982- Naranjito, uma laranja.

- Copa do México de 1986 - Pique, uma pimenta. 

- Copa da Itália de 1990- Ciao, um boneco.  

- Copa dos EUA de 1994 - Striker, um cachorro.

- Copa da França de1998 - Footix, um galo.

- Copa da Coreia do Sul e Japão de 2002 - Ato, Kaz e Nik, criaturas do futuro.

- Copa da Alemanha de 2006 - Goleo VI e Pille, um leão e uma bola falante. 

- Copa da África do Sul de 2010 - Kazumi, um leopardo.

- Copa do Brasil de 2014 - Fuleco, um tatu-bola.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

linguagem do futebol




Futebol: várias gírias e expressões interessantes
Futebol: várias gírias e expressões interessantes

Vocabulário do futebol (termos, gírias e expressões):

Caneta: quando um jogador passa a bola por debaixo das pernas de outro jogador.

Estar na banheira: quando o jogador fica somente no ataque, esperando a bola chegar nele para fazer o gol. Desta 
forma, o jogador não volta para ajudar na marcação.
 Cavar uma falta: simular uma situação, forçar para que o árbitro dê a falta.
Artilheiro: jogador que mais gols marca num campeonato.

Frangueiro: goleiro que toma muitos gols ou que deixa entrar uma bola fácil de agarrar.

Frango: quando um goleiro toma um gol a partir de um chute fraco ou facilmente defensável.

Arqueiro: mesmo que goleiro.
-
 Foguete ou torpedo: chute muito forte.


A bola entrou onde a coruja faz o ninho: a bola entrou no ângulo.
-

 Chute de bicicleta: chute no ar em que o jogador, de costas para o gol, dá uma pedalada no ar e acerta a bola.
-
 Bandeirinha: são os dois auxiliares do árbitro principal de um jogo. 
-
 Juiz: nome popular dado ao árbitro do jogo.

"No pau": expressão criada e popularizada pelo locutor Silvio Luis, utilizada quando a bola bate na trave.

Chapéu: quando um jogador chuta a bola por cima da cabeça de outro, pegando-a do outro lado.

Beque de fazenda: jogador de defesa bruto, que costuma tirar a bola do atacante com uso de jogadas duras ou violentas.

Catimba: atitudes que os jogadores fazem para atrasar o jogo ou deixar os adversários nervosos.

Drible da vaca: quando o jogador chuta a bola pelo lado do adversário, passando pelo lado contrário e pegando-a na frente.
-
 Espalmada: quando o goleiro evita o gol, jogando a bola com as mãos pela linha de fundo.

Firula: jogadas enfeitadas sem propósito de fazer o gol.

Isolar a bola: tirar a bola do adversário, chutando-a para fora do campo.

Golaço: gol muito bonito, feito em situação de dificuldade.
-
 Ladrão: jogador que vem por trás do outro com o objetivo de tomar a bola.

Placar: local em que o resultado do jogo é mostrado. A palavra é usada também para fazer referência ao resultado 
final do jogo.

Ponte: defesa feita pelo goleiro em que ele pega uma bola que ia entrar no ângulo do gol.
-
 Pênalti ou penalidade máxima: falta cometida dentro da área. 
-
 Prorrogação: tempo adicional para uma partida que terminou empatada. Corresponde a dois tempos de 15 minutos.
-
 Tapete: gramado de campo com excelente qualidade.
-
 Tabela: troca rápida e eficiente de passes entre jogadores de um mesmo time.

Guarda-metas: mesmo que goleiro.

 Marcação homem a homem: quando os jogadores de um time marcam os adversários individualmente.
-
 Ganhar de virada: quando um time que começa perdendo consegue ganhar o jogo.
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 Volante: jogador de marcação que joga da região central do campo.

Matar a jogada: cometer falta para evitar o avanço do adversário em direção ao gol.

Jogador liso: jogador rápido que consegue passar pelos adversários sem perder a bola.
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 Gol olímpico: gol feito a partir da cobrança de um escanteio em que a bola entre diretamente no gol.

Tirambaço: chute muito forte em direção ao gol.
-
 Cartolas: dirigentes de futebol.

Fintar: driblar, passar pelo jogador adversário.
-
 Gol do meio da rua: gol marcado a partir de um chute longe do gol.
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 Mão furada ou mão de alface: goleiro que costuma rebater muito os chutes adversários.  
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 Pipoqueiro: jogador que foge das jogadas mais duras para não correr o risco de contusão.
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 Jogador pé murcho: jogador ruim, que joga mal.  

Carrinho: quando um jogador tenta tirar a bola do adversário, acertando a bola através de um escorregão.

Gol de peixinho: é um gol de cabeça, feito por um jogador que pula para cabecear uma bola a meia altura. 

Jogador açougueiro: jogador que utiliza de jogadas violentas.  

Bola venenosa ou bola com veneno: bola chutada com efeito que leva muita dificuldade para o goleiro.

Camisa doze: termo usado para fazer referência a torcida de um time.  

Fazer cera: demorar na reposição de bola para tirar proveito do gasto do tempo.

Chocolate: quando um time ganha de outro com grande diferença de gols (goleada).  
-
 Craque: jogador muito bom.
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 Gol relâmpago: gol marcado nos primeiros segundos do jogo.  

Tapetão: jogo disputado na justica