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domingo, 15 de maio de 2016

tecnicos do brasil



Zagallo, ténico do Brasil em 3 Copas do Mundo (1970, 1974 e 1998)
Zagallo, ténico do Brasil em 3 Copas do Mundo (1970, 1974 e Introdução

O Brasil é o único pais do mundo que participou de todas as Copas do Mundo de Futebol. Apresentamos abaixo uma lista com o nome de todos os técnicos que dirigiram a seleção brasileira desde a Copa do Mundo de 1930 no Uruguai até a Copa do Brasil em 2014.  

Técnicos do Brasil em todas as Copas

1930  - Píndaro do Carvalho

1934 - Luís Vinhais

1938 - Ademar Pimenta

1950 - Flávio Costa

1954 - Zezé Moreira

1958 - Vicente Feola

1962 - Aimoré Moreira

1966 - Vicente Feola

1970 - Mário Jorge Lobo Zagallo

1974 - Mário Jorge Lobo Zagallo

1978 - Cláudio Coutinho

1982 - Telê Santana

1986 - Telê Santana

1990 - Sebastião Lazaroni

1994 - Carlos Alberto Parreira

1998 - Mário Jorge Lobo Zagallo

2002 - Luis Felipe Scolari

2006 - Carlos Alberto Parreira

2010 - Dunga

2014 - Luis Felipe Scolari


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TÉCNICOS DO BRASIL NAS COPAS DO MUNDOTemas Relacionados

quarta-feira, 11 de maio de 2016

brasil

10 curiosidades sobre as participações do Brasil nas Copas do Mundo

O Brasil é o único país cuja seleção participou de todas as Copas do Mundo. Entre tantos jogos, gols e conquistas, ocorreram também alguns fatos curiosos que merecem ser conhecidos. Nessa serie de postagens, falaremos de algumas curiosidades envolvendo a seleção brasileira em sua odisséia nos mundiais disputados até agora, começando pelas Copas de 1930, 1934, 1938 e 1950.


Brasil na Copa de 1938

1 - O primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo foi marcado por Preguinho, contra a seleção da Iuguslávia, no Mundial de 1930, disputado no Uruguai. Apesar do pioneirismo, o gol não evitou a derrota brasileira por 2 a 1. Preguinho era filho do famoso escritor Coelho Neto.

2 - Na Copa do Mundo de 1934, o Brasil foi prejudicado pelas brigas entre os dirigentes das entidades futebolísticas amadora e profissional. Alguns jogadores do Palestra Itália (atual Palmeiras ),como Romeu, Lara, Gabardo, Junqueira e Tunga chegaram a ser escondidos numa fazenda em Matão, para não serem convocados pela CBD. A fazenda foi cercada de guardas armados. Como o lugar era tenebroso, assustando até os próprios jogadores, um diretor do Palestra Itália os transferiu para sua casa de praia.

3 - Os quinze dias de viagem para a França, sede da Copa de 1938, a bordo do navio Arlanza, foram um problema para a Seleção brasileira. Os jogadores engordavam, apesar dos exercícios físicos no convés. Romeu, o que tinha mais tendência a engordar, saiu do Brasil com setenta quilos e desembarcou na França com setenta e nove.

4 - No jogo contra a Polônia, na Copa de  1938,  o Brasil usou pela primeira vez a camisa azul. Como os poloneses usavam camisas brancas, a mesma cor que o Brasil usava na época, o jeito foi jogar com camisas azuis, sem escudo, que eram utilizadas nos treinamentos.

5 – Ainda no jogo contra a Polônia, o centroavante brasileiro Leônidas da Silva marcou um gol de pé descalço. No segundo tempo da partida, com a chuva que caiu no gramado  e a lama que se formou no campo, Leônidas teve a sua chuteira estourada. Enquanto ela era consertada, o atacante fez um gol de pé descalço, após o rebote de uma cobrança de falta. O Brasil venceu o jogo por 6 a 5.

Leônidas, o Diamante Negro
6 – Também na Copa de 1938, o Brasil enfrentou a Tchecoslováquia em Bordeaux, no jogo  que ficou conhecido como "Batalha Campal". A fraca arbitragem do húngaro Paul Von Hertzka fez com que os jogadores de ambos os lados abusassem das jogadas duras. Resultado: 1 a 1 após a prorrogação, com Machado e Zezé Procópio do Brasil e Riha da Tchecoslováquia expulsos. O goleiro tcheco deixou o campo com o braço quebrado, e o artilheiro tcheco Oldrich Nejedly levou tanto pontapé que o acompanhou ao hospital. Com o empate, foi realizada uma nova partida de desempate dois dias depois. As duas equipes levaram seus jogadores reservas. Para surpresa geral, esse jogo transcorreu em paz e calmaria. Deu Brasil por 2 a 1, com gols de Leônidas da Silva e Roberto, com Kopecky marcando para os tchecos.

7 - Depois da vitória italiana sobre o Brasil em 1938, o jornal "La Gazzetta dello Sport", influenciado pela ideologia fascista, escreveu: "Saudamos o triunfo da inteligência branca italiana sobre a força bruta dos negros".

8 - Por causa da Segunda Guerra Mundial, a Copa do Mundo não vinha sendo disputada desde 1938; após a guerra, a Federação Internacional de Futebol desejava ressuscitar a competição assim que possível, e começou a planejar a próxima copa. No pós-guerra, a maior parte do continente europeu estava em ruínas. Como resultado, a Federação Internacional de Futebol teve algumas dificuldades em encontrar algum país interessado em sediar o evento, uma vez que muitos governos acreditavam que o cenário mundial não favorecia uma celebração esportiva e também que era mais importante que os recursos que seriam investidos na Copa do Mundo não fossem desviados de outras assuntos mais urgentes. No Congresso na cidade de Luxemburgo, em 25 de julho de 1946, foi decidido que a quarta Copa do Mundo, em 1950, seria realizada no Brasil.

Brasil na Copa de 1950
9 – A final da Copa de 1950  eternizou a palavra "maracanaço", derivada de uma expressão latina (em espanhol: Maracanazo) usada pelos adversários para provocar os brasileiros. O silêncio tomou conta do Maracanã às 16 horas e 50 minutos do dia 16 de julho de 1950. O Brasil precisava apenas de um empate. Saiu ganhando e perdeu por 2 a 1. Desolados, os quase 200 mil torcedores demoraram mais de meia hora para deixar o estádio. O time brasileiro teve trinta lances de gol e nossos jogadores cometeram quase o dobro de faltas, um total de 21, contra apenas onze do Uruguai.

10 - Na tentativa de encontrar um culpado para a derrota do Brasil, os supersticiosos de plantão culparam a troca do local de concentração na véspera da final, ou ainda culparam o uniforme, alegando que este deu azar para a seleção. A partir daí, a seleção abandonou o branco e passou a jogar com o seu clássico uniforme amarelo. Outros escolheram Flávio Costa como bode expiatório, devido as 2 horas de missa na manhã do jogo impostas pelo treinador aos jogadores, que rezaram de pé.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

decisivos

Os 5 gols mais decisivos do Brasil em Copas do Mundo

O que é um gol decisivo? Na minha opinião, é aquele que em uma partida importante muda todo o cenário do jogo, é aquele que impede a vitória quase certa do adversário. É o gol que renova as energias físicas e psicológicas da equipe que o marca e derruba as forças do time que o leva. É o gol que, no último minuto, leva a partida para a prorrogação, é aquele que dá a vitória quando um empate torturante teimava em estampar o placar. Tomando esses meus critérios em consideração, estes são, em ordem cronológica, os 5 gols mais decisivos do Brasil em Copas do Mundo.


1 – O gol de Pelé contra o País de Gales em 1958


Pelé beija a taça Jules Rimet
A seleção brasileira chegou na Suécia, em 1958, com dois fracassos na mala: o maracanaço de 1950 e a participação sem brilho na Copa de 1954, contudo, também tínhamos duas armas secretas. Pelé e Garrincha, ainda praticamente desconhecidos dos europeus, mas já ídolos no Brasil.

Depois de um empate sem gols contra a Inglaterra, o técnico Feola resolve mexer na equipe, e, na partida contra os soviéticos, na época famosos pelo chamado “futebol científico”, Pelé e Garrincha começam como titulares. Vitória brasileira com dois gols de Vavá e atuações magistrais da jovem dupla de ataque do Brasil.

A primeira partida eliminatória da seleção em 1958 foi contra o País de Gales. Perder significaria a volta para casa e uma nova decepção para o povo brasileiro. Apesar do enorme bombardeio do nosso ataque sobre os galeses, o placar permanecia no zero a zero, graças ao goleiro Kelsey, uma muralha responsável por pelos menos 20 defesas dificílimas. Em uma das poucas investidas da seleção galesa, Allchurch chegou a acertar a trave de Gilmar. Os brasileiros tem um gol de bicicleta de Mazzola anulado, a partida segue nervosa, um verdadeiro teste para cardíacos. Então, aos 13 minutos do segundo tempo, Pelé marca pela primeira vez em uma Copa do Mundo. Vitória brasileira e o direito assegurado de continuar sonhando com o tão almejado título mundial.


2 – O gol de Clodoaldo contra o Uruguai em 1970

Gol de Clodoaldo contra o Uruguai em 1970
Hoje, a maioria dos ditos especialistas em futebol, coloca a seleção brasileira de 1970 como o maior time de futebol de todos os tempos. Na época, porém, o cenário era diferente. A equipe saíra do Brasil desacreditada e muitos diziam que o escrete canarinho repetiria o fraco desempenho de 1966.

As grandes atuações em campo logo dissiparam todas as dúvidas. Pelé, Rivelino, Tostão, Jairzinho e companhia encantavam o mundo a cada gol, a cada jogada os adversários iam ficando para trás. Contudo, no meio do caminho havia um Uruguai, e, junto com ele, os fantasmas de 1950 que continuavam a  assombrar os brasileiros.

Todos sabiam que o jogo seria uma guerra. No dia 17 de julho de 1970, 51 mil pessoas lotavam o Estádio Jalisco, em Guadalajara, na expectativa de reviverem a dramática decisão de 1950. Para aumentar ainda mais a tensão, o Uruguai sai na frente com um gol de Cubilla. Cada ataque do Brasil é rechaçado pela viril, e por vezes violenta, defesa uruguaia. O primeiro tempo se aproxima do final, para nós, ir para o intervalo perdendo seria um inferno psicológico, parecia que a mística da celeste mais uma vez venceria a superioridade técnica da amarelinha. Porém, aos 45 minutos, Clodoaldo empata e renova o espírito do time para o segundo tempo. Jairzinho e Rivelino decretariam a vitória brasileira, abrindo caminho para o tricampeonato.


3 – O gol de Bebeto contra os Estados Unidos em 1994

Bebeto marca contra os Estados Unidos
Copa do Mundo de 1994. Vinte e quatro anos desde o tricampeonato do Brasil no México e uma geração de jovens brasileiros ansiosos para ver a seleção ser campeã do mundo. Para comandar o time nessa jornada estava Carlos Alberto Parreira e seu pragmático esquema tático, onde o gol era apenas um detalhe.

Na fase de grupos, passamos com facilidade, embora sem brilho. Nosso adversário nas oitavas-de-final, os Estados Unidos, anfitriões da Copa,  não parecia ser um grande problema. Afinal de contas,  o futebol por lá nunca havia decolado, a vitória brasileira despontava em raios fúlgidos no horizonte.

Uma série de fatores, porém, complicou a vida do escrete canarinho. A partida ocorreu no dia 4 de julho, o mais sagrado feriado americano: o Dia da Independência deles. Possuídos pelo espírito patriótico e empurrados pela euforia da torcida, os jogadores americanos defendiam cada metro quadrado do campo com vontade redobrada. É claro, que nosso time, recheado de jogadores defensivos, também teve sua culpa em tornar a partida tão angustiante. Para piorar ainda mais, Leonardo é expulso, depois de atingir com violência o jogador Tab Ramos. Só vencemos graças a um gol salvador de Bebeto, que depois de grande jogada de Romário, finaliza com rara precisão.


4 – O gol de Branco contra a Holanda em 1994

Branco contra a Holanda em 1994
A Copa de 1994 realmente foi conquistada à base do sofrimento. Cada adversário era um gigante a ser abatido. Depois da fase de grupos, não houve jogo fácil para a seleção brasileira. Pelas quartas-de-final enfrentamos a Holanda, sempre um time habilidoso e  perigoso. Tudo corria muito bem, vencíamos tranquilamente por 2 a 0, quando a partida começou ganhar contornos de desespero. Os holandeses empataram o jogo, dominaram o meio-campo e ameaçavam a meta de Taffarel com frequencia.

Então, a bola parada tornou-se a nossa salvadora. Depois de sofrer uma falta, Branco, o velho é bom lateral-esquerdo, cuja convocação fora tão contestada,dispara o petardo e vence o goleiro holandês. Destaque também para a participação de Romário, que sai da direção da bola no momento exato, um pouquinho mais de demora e o baixinho agiria como um zagueiro da Holanda, provavelmente desviando a bola da direção do gol.

A Copa de 1994 também nos ofereceu outro gol decisivo, o marcado por Romário contra a Suécia nas semifinais, mas para essa postagem, dois já são o suficiente.


5 – O gol de Ronaldinho Gaúcho contra a Inglaterra em 2002


Ronaldinho marca contra a Inglaterra em 2002
Depois de sofrermos a humilhante derrota para a França em 1998, coube ao técnico Felipão conduzir a seleção rumo ao pentacampeonato em 2002. Na minha opinião, o único jogo daquele mundial que representou um certo perigo para o time brasileiro, foi o contra a Inglaterra, válido pelas quartas-de-final.

A Inglaterra marcou primeiro com Owen e dominou amplamente o primeiro tempo, mas, já nos acréscimos da etapa inicial, Rivaldo empatou, concluindo uma jogada genial de Ronaldinho Gaúcho. No segundo tempo, Ronaldinho marcou o gol da vitória em uma cobrança de falta de longa distância que encobriu o adiantado goleiro Seaman. O craque brasileiro jura que o chute foi calculado, mas há quem diga que o gol foi sem querer. A partida tornou-se ainda mais dramática, quando Ronaldinho Gaúcho foi expulso, depois de ter dado uma solada em Mills, mas o time de Felipão conseguiu segurar o placar, garantindo a vaga nas semifinais.

domingo, 8 de maio de 2016

confira

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30 curiosidades sobre rei do futebol

Péle resalta a importancia da Copa do Mundo na Africa do Sul
Edison Arantes do Nascimento, conhecido mundialmente como Pelé, nasceu na cidade de Três Corações (MG) em 21 de outubro de 1 940.
O nome Edison foi escolhido pelo pai em homenagem ao inventor norte-americano Thomas Alva Edison.
Os pais de Pelé se chamavam João Ramos do Nascimento, conhecido como Dondinho, e Celeste Arantes.
Antes de receber a alcunha de Pelé, o pequeno Edison era chamado de Dico pela família.
O apelido Pelé nasceu de Bilé, ex-goleito do Vasco. A explicação: quando pequeno, Edison gostava de ser goleiro, e toda vez que fazia uma defesa gritava um “Segura, Bilé!” que os amigos entendiam como “Segura, Pelé”. O detalhe é que, no princípio, o menino não gostou nem um pouco da alcunha.
Anos depois, numa entrevista a um jornal alemão, Pelé confessou que não gosta do apelido. “Pelé não é o meu nome, meu nome é Edison”, afirmou o Rei do Futebol.
Na infância, Pelé nem sonhava em torcer pelo Santos. Seu time do coração era o Vasco da Gama. Só mais tarde, quando foi contratado pelo time, que se tornou um “santista roxo”.
Pelé começou a jogar no Santos em 1 956. Chegou a receber um convite para bater bola na Europa, mas preferiu seguir carreira no Peixe.
Em 1 957, Pelé sagrou-se o mais jovem artilheiro do Campeonato Paulista. Tinha somente 17 anos na época.
O Rei começou a jogar pela Seleção Brasileira 10 meses depois de estrear no Santos. Quando participou da Copa do Mundo do Chile jogando pela Seleção, era ainda o garoto de apenas 17 anos.
Ao longo de toda a carreira, Pelé participou de 1 376 jogos. Detalhe importante: 1 116 foram no Santos.
Número de gols? Foram 1 284 (0,93 por partida), sendo 1 091 pelo Santos e 95 pela Seleção Brasileira.
O recorde de gols foi numa única partida foi contra o Botafogo de Ribeirão Preto, no ano de 1 964. Pelé marcou oito gols pelos Santos.
O milésimo gol foi numa partida contra o Vasco, em 1 969, num estádio do Maracanã lotado. O santos venceu a partida por 2 a 1.
Pelé ganhou 45 títulos no Santos, o que equivale a 50% dos campeonatos vencidos pelo Peixe ao longo de sua história.
A última Copa que o Rei disputou foi a de 1 970, no México.
Uma revista norte-americana elegeu Pelé como um dos 25 atletas “mais legais” de todos os tempos. Além dele, participaram da lista o piloto Mario Andretti, o boxeador Muhammad Ali, o tenista Bjorn Borg e o jogador de basquete Michael Jordan.
Pelé não fez uma, mas quatro despedidas do futebol: duas pela Seleção, uma pelo Cosmos (time norte-americano) e uma pelo Santos. Curiosamente, o último jogo foi entre Cosmos e Santos, com Pelé jogando um tempo em cada time.
Você sabia que Pelé foi Ministro dos Esportes no final dos anos 90? É dele a criação da chamada Lei Pelé, que transforma clubes de futebol em empresas.
Edinho, um dos filhos do Pelé, jogou como goleiro pelo mesmo Santos que ajudou a consagrar o pai.
Em 1 999, Pelé foi eleito O Futebolista do Século pela International Federation of Football History and Statistics. No mesmo ano, recebeu o título de Atleta do Século pelo Comité Olímpico Internacional.
Você sabia que Pelé atuou como goleiro em quatro jogos, um deles substituindo o goleiro Gilmar numa partida do Santos contra o Grêmio em 1 961?
Uma das mais famosas imagens de Pelé – um quadro em que ele mantém à bola encostada na testa – foi feita pelo ícone da pop arte Andy Warhol.
Pelé foi um dos poucos brasileiros a receber o título de Sir do Império Britânico.
O Rei do Futebol (Pelé) namorou a Rainha dos Baixinhos (Xuxa) na década de 1 980.
Você sabia que Pelé conseguiu parar (pelo menos temporariamente) uma guerra? Foi em 1 969, no Congo Belga, quando os dois lados do conflito pararam para assistir o Rei jogar no país.
Durante uma internação do Rei para tratar uma infecção urinária em 2 014, os médicos descobriram que Pelé não tinha um dos rins. A ausência do órgão era um segredo guardado há mais de três décadas. A descoberta veio à tona e Pelé confessou que extraiu o órgão no tempo em que jogava no Cosmos.
Você sabia que Pelé já atuou em Hollywood? Foi num filme chamado Fuga para a Vitória (1 981), que tinha no elenco principal ninguém menos que Sylvester Stallone.
O armário número seis, usado por Pelé nos tempos em que jogava na Vila Belmiro, continua fechado até hoje. Nele, estão guardados dois pares de chuteira, dois de tênis, um chapéu e um colete.