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segunda-feira, 9 de maio de 2016

decisivos

Os 5 gols mais decisivos do Brasil em Copas do Mundo

O que é um gol decisivo? Na minha opinião, é aquele que em uma partida importante muda todo o cenário do jogo, é aquele que impede a vitória quase certa do adversário. É o gol que renova as energias físicas e psicológicas da equipe que o marca e derruba as forças do time que o leva. É o gol que, no último minuto, leva a partida para a prorrogação, é aquele que dá a vitória quando um empate torturante teimava em estampar o placar. Tomando esses meus critérios em consideração, estes são, em ordem cronológica, os 5 gols mais decisivos do Brasil em Copas do Mundo.


1 – O gol de Pelé contra o País de Gales em 1958


Pelé beija a taça Jules Rimet
A seleção brasileira chegou na Suécia, em 1958, com dois fracassos na mala: o maracanaço de 1950 e a participação sem brilho na Copa de 1954, contudo, também tínhamos duas armas secretas. Pelé e Garrincha, ainda praticamente desconhecidos dos europeus, mas já ídolos no Brasil.

Depois de um empate sem gols contra a Inglaterra, o técnico Feola resolve mexer na equipe, e, na partida contra os soviéticos, na época famosos pelo chamado “futebol científico”, Pelé e Garrincha começam como titulares. Vitória brasileira com dois gols de Vavá e atuações magistrais da jovem dupla de ataque do Brasil.

A primeira partida eliminatória da seleção em 1958 foi contra o País de Gales. Perder significaria a volta para casa e uma nova decepção para o povo brasileiro. Apesar do enorme bombardeio do nosso ataque sobre os galeses, o placar permanecia no zero a zero, graças ao goleiro Kelsey, uma muralha responsável por pelos menos 20 defesas dificílimas. Em uma das poucas investidas da seleção galesa, Allchurch chegou a acertar a trave de Gilmar. Os brasileiros tem um gol de bicicleta de Mazzola anulado, a partida segue nervosa, um verdadeiro teste para cardíacos. Então, aos 13 minutos do segundo tempo, Pelé marca pela primeira vez em uma Copa do Mundo. Vitória brasileira e o direito assegurado de continuar sonhando com o tão almejado título mundial.


2 – O gol de Clodoaldo contra o Uruguai em 1970

Gol de Clodoaldo contra o Uruguai em 1970
Hoje, a maioria dos ditos especialistas em futebol, coloca a seleção brasileira de 1970 como o maior time de futebol de todos os tempos. Na época, porém, o cenário era diferente. A equipe saíra do Brasil desacreditada e muitos diziam que o escrete canarinho repetiria o fraco desempenho de 1966.

As grandes atuações em campo logo dissiparam todas as dúvidas. Pelé, Rivelino, Tostão, Jairzinho e companhia encantavam o mundo a cada gol, a cada jogada os adversários iam ficando para trás. Contudo, no meio do caminho havia um Uruguai, e, junto com ele, os fantasmas de 1950 que continuavam a  assombrar os brasileiros.

Todos sabiam que o jogo seria uma guerra. No dia 17 de julho de 1970, 51 mil pessoas lotavam o Estádio Jalisco, em Guadalajara, na expectativa de reviverem a dramática decisão de 1950. Para aumentar ainda mais a tensão, o Uruguai sai na frente com um gol de Cubilla. Cada ataque do Brasil é rechaçado pela viril, e por vezes violenta, defesa uruguaia. O primeiro tempo se aproxima do final, para nós, ir para o intervalo perdendo seria um inferno psicológico, parecia que a mística da celeste mais uma vez venceria a superioridade técnica da amarelinha. Porém, aos 45 minutos, Clodoaldo empata e renova o espírito do time para o segundo tempo. Jairzinho e Rivelino decretariam a vitória brasileira, abrindo caminho para o tricampeonato.


3 – O gol de Bebeto contra os Estados Unidos em 1994

Bebeto marca contra os Estados Unidos
Copa do Mundo de 1994. Vinte e quatro anos desde o tricampeonato do Brasil no México e uma geração de jovens brasileiros ansiosos para ver a seleção ser campeã do mundo. Para comandar o time nessa jornada estava Carlos Alberto Parreira e seu pragmático esquema tático, onde o gol era apenas um detalhe.

Na fase de grupos, passamos com facilidade, embora sem brilho. Nosso adversário nas oitavas-de-final, os Estados Unidos, anfitriões da Copa,  não parecia ser um grande problema. Afinal de contas,  o futebol por lá nunca havia decolado, a vitória brasileira despontava em raios fúlgidos no horizonte.

Uma série de fatores, porém, complicou a vida do escrete canarinho. A partida ocorreu no dia 4 de julho, o mais sagrado feriado americano: o Dia da Independência deles. Possuídos pelo espírito patriótico e empurrados pela euforia da torcida, os jogadores americanos defendiam cada metro quadrado do campo com vontade redobrada. É claro, que nosso time, recheado de jogadores defensivos, também teve sua culpa em tornar a partida tão angustiante. Para piorar ainda mais, Leonardo é expulso, depois de atingir com violência o jogador Tab Ramos. Só vencemos graças a um gol salvador de Bebeto, que depois de grande jogada de Romário, finaliza com rara precisão.


4 – O gol de Branco contra a Holanda em 1994

Branco contra a Holanda em 1994
A Copa de 1994 realmente foi conquistada à base do sofrimento. Cada adversário era um gigante a ser abatido. Depois da fase de grupos, não houve jogo fácil para a seleção brasileira. Pelas quartas-de-final enfrentamos a Holanda, sempre um time habilidoso e  perigoso. Tudo corria muito bem, vencíamos tranquilamente por 2 a 0, quando a partida começou ganhar contornos de desespero. Os holandeses empataram o jogo, dominaram o meio-campo e ameaçavam a meta de Taffarel com frequencia.

Então, a bola parada tornou-se a nossa salvadora. Depois de sofrer uma falta, Branco, o velho é bom lateral-esquerdo, cuja convocação fora tão contestada,dispara o petardo e vence o goleiro holandês. Destaque também para a participação de Romário, que sai da direção da bola no momento exato, um pouquinho mais de demora e o baixinho agiria como um zagueiro da Holanda, provavelmente desviando a bola da direção do gol.

A Copa de 1994 também nos ofereceu outro gol decisivo, o marcado por Romário contra a Suécia nas semifinais, mas para essa postagem, dois já são o suficiente.


5 – O gol de Ronaldinho Gaúcho contra a Inglaterra em 2002


Ronaldinho marca contra a Inglaterra em 2002
Depois de sofrermos a humilhante derrota para a França em 1998, coube ao técnico Felipão conduzir a seleção rumo ao pentacampeonato em 2002. Na minha opinião, o único jogo daquele mundial que representou um certo perigo para o time brasileiro, foi o contra a Inglaterra, válido pelas quartas-de-final.

A Inglaterra marcou primeiro com Owen e dominou amplamente o primeiro tempo, mas, já nos acréscimos da etapa inicial, Rivaldo empatou, concluindo uma jogada genial de Ronaldinho Gaúcho. No segundo tempo, Ronaldinho marcou o gol da vitória em uma cobrança de falta de longa distância que encobriu o adiantado goleiro Seaman. O craque brasileiro jura que o chute foi calculado, mas há quem diga que o gol foi sem querer. A partida tornou-se ainda mais dramática, quando Ronaldinho Gaúcho foi expulso, depois de ter dado uma solada em Mills, mas o time de Felipão conseguiu segurar o placar, garantindo a vaga nas semifinais.

domingo, 8 de maio de 2016

confira

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30 curiosidades sobre rei do futebol

Péle resalta a importancia da Copa do Mundo na Africa do Sul
Edison Arantes do Nascimento, conhecido mundialmente como Pelé, nasceu na cidade de Três Corações (MG) em 21 de outubro de 1 940.
O nome Edison foi escolhido pelo pai em homenagem ao inventor norte-americano Thomas Alva Edison.
Os pais de Pelé se chamavam João Ramos do Nascimento, conhecido como Dondinho, e Celeste Arantes.
Antes de receber a alcunha de Pelé, o pequeno Edison era chamado de Dico pela família.
O apelido Pelé nasceu de Bilé, ex-goleito do Vasco. A explicação: quando pequeno, Edison gostava de ser goleiro, e toda vez que fazia uma defesa gritava um “Segura, Bilé!” que os amigos entendiam como “Segura, Pelé”. O detalhe é que, no princípio, o menino não gostou nem um pouco da alcunha.
Anos depois, numa entrevista a um jornal alemão, Pelé confessou que não gosta do apelido. “Pelé não é o meu nome, meu nome é Edison”, afirmou o Rei do Futebol.
Na infância, Pelé nem sonhava em torcer pelo Santos. Seu time do coração era o Vasco da Gama. Só mais tarde, quando foi contratado pelo time, que se tornou um “santista roxo”.
Pelé começou a jogar no Santos em 1 956. Chegou a receber um convite para bater bola na Europa, mas preferiu seguir carreira no Peixe.
Em 1 957, Pelé sagrou-se o mais jovem artilheiro do Campeonato Paulista. Tinha somente 17 anos na época.
O Rei começou a jogar pela Seleção Brasileira 10 meses depois de estrear no Santos. Quando participou da Copa do Mundo do Chile jogando pela Seleção, era ainda o garoto de apenas 17 anos.
Ao longo de toda a carreira, Pelé participou de 1 376 jogos. Detalhe importante: 1 116 foram no Santos.
Número de gols? Foram 1 284 (0,93 por partida), sendo 1 091 pelo Santos e 95 pela Seleção Brasileira.
O recorde de gols foi numa única partida foi contra o Botafogo de Ribeirão Preto, no ano de 1 964. Pelé marcou oito gols pelos Santos.
O milésimo gol foi numa partida contra o Vasco, em 1 969, num estádio do Maracanã lotado. O santos venceu a partida por 2 a 1.
Pelé ganhou 45 títulos no Santos, o que equivale a 50% dos campeonatos vencidos pelo Peixe ao longo de sua história.
A última Copa que o Rei disputou foi a de 1 970, no México.
Uma revista norte-americana elegeu Pelé como um dos 25 atletas “mais legais” de todos os tempos. Além dele, participaram da lista o piloto Mario Andretti, o boxeador Muhammad Ali, o tenista Bjorn Borg e o jogador de basquete Michael Jordan.
Pelé não fez uma, mas quatro despedidas do futebol: duas pela Seleção, uma pelo Cosmos (time norte-americano) e uma pelo Santos. Curiosamente, o último jogo foi entre Cosmos e Santos, com Pelé jogando um tempo em cada time.
Você sabia que Pelé foi Ministro dos Esportes no final dos anos 90? É dele a criação da chamada Lei Pelé, que transforma clubes de futebol em empresas.
Edinho, um dos filhos do Pelé, jogou como goleiro pelo mesmo Santos que ajudou a consagrar o pai.
Em 1 999, Pelé foi eleito O Futebolista do Século pela International Federation of Football History and Statistics. No mesmo ano, recebeu o título de Atleta do Século pelo Comité Olímpico Internacional.
Você sabia que Pelé atuou como goleiro em quatro jogos, um deles substituindo o goleiro Gilmar numa partida do Santos contra o Grêmio em 1 961?
Uma das mais famosas imagens de Pelé – um quadro em que ele mantém à bola encostada na testa – foi feita pelo ícone da pop arte Andy Warhol.
Pelé foi um dos poucos brasileiros a receber o título de Sir do Império Britânico.
O Rei do Futebol (Pelé) namorou a Rainha dos Baixinhos (Xuxa) na década de 1 980.
Você sabia que Pelé conseguiu parar (pelo menos temporariamente) uma guerra? Foi em 1 969, no Congo Belga, quando os dois lados do conflito pararam para assistir o Rei jogar no país.
Durante uma internação do Rei para tratar uma infecção urinária em 2 014, os médicos descobriram que Pelé não tinha um dos rins. A ausência do órgão era um segredo guardado há mais de três décadas. A descoberta veio à tona e Pelé confessou que extraiu o órgão no tempo em que jogava no Cosmos.
Você sabia que Pelé já atuou em Hollywood? Foi num filme chamado Fuga para a Vitória (1 981), que tinha no elenco principal ninguém menos que Sylvester Stallone.
O armário número seis, usado por Pelé nos tempos em que jogava na Vila Belmiro, continua fechado até hoje. Nele, estão guardados dois pares de chuteira, dois de tênis, um chapéu e um colete.

sábado, 7 de maio de 2016

5 melhores later+ais do brasil de todos os tempos

Os 5 melhores laterais-esquerdos brasileiros de todos os tempos

O futebol brasileiro sempre contou com excelentes laterais-esquerdos, mas, depois de Roberto Carlos, me arrisco a afirmar que não houve na posição um outro nome que possamos chamar de craque. Diferente da situação atual, em tempos que já são história, a seleção brasileira contava com laterais-esquerdos que faziam a diferença dentro dos gramados. Na minha opinião, os cinco dessa lista foram os melhores.


5 – Branco
Branco contra a Holanda

O gaúcho Cláudio Ibraim Vaz Leal, conhecido no futebol  pelo apelido de Branco, jogou em vários clubes: Internacional, Porto, Genoa, Corinthians, Fluminense.  Ídolo eterno dos tricolores cariocas, Branco também marcou época vestindo a camisa da seleção brasileira; foram 72 partidas, três Copas do Mundo ( 1986, 1990 e 1994 ) e 9 gols, entre eles, o marcado no jogo contra a Holanda, no Mundial de 1994, que, de tão decisivo, fez do lateral um dos heróis daquela conquista.


4 – Marinho Chagas
O lateral-esquerdo Marinho Chagas

No futebol moderno é obrigação dos laterais apoiar o ataque, contudo nem sempre foi assim. Nas década de 1970 e 1980, quando o potiguar Marinho Chagas largava a defesa e partia para o campo do adversário, os treinadores iam à loucura. Marinho Chagas, taticamente, estava muito à frente de seu tempo, o que lhe valeu o apelido pejorativo de “Avenida Marinho Chagas”.  Ídolo do Botafogo, o lateral-esquerdo era dono de um chute forte e preciso, marcando muitos gols de falta. Marinho jogou 36 partidas defendendo a seleção, marcando 4 gols. Ele disputou a Copa do Mundo de 1974, quando a seleção ficou em quarto lugar. O “Diabo Loiro”  faleceu em 1 de junho de 2014.


3 – Júnior
Júnior - lateral-esquerdo

O paraibano Leovegildo Lins da Gama Júnior, conhecido no futebol apenas por Júnior, desfilou o seu talento por décadas,  pelos campos do mundo inteiro. Jogador de extrema técnica e rara habilidade, tinha grande visão de jogo, precisão nos passes e também era ótimo cobrador de faltas. Antes de ir para a Europa, atuava como lateral-esquerdo, no Velho Mundo passou a jogar no meio-campo; em ambas as posições mostrou a mesma maestria. Júnior é o jogador com o maior número de jogos pelo Flamengo: 614 jogos. Com a seleção brasileira disputou 88 jogos, participou de duas Copas do Mundo ( 1982 e 1986 ) e marcou  8 gols. Em 1982, fez parte do mítico time de Telê Santana, que apesar de não ter conquistado a Copa, é considerado por muitos como a melhor seleção brasileira de todos os tempos. No Mundial da Espanha, Júnior marcou um gol contra a Argentina, que ficou imortalizado pela famosa comemoração em ritmo de samba.


2 – Roberto Carlos
Roberto Carlos

O lateral-esquerdo Roberto Carlos é um daqueles jogadores com os quais não há meio termo: ou você o venera, ou você o odeia. Dono de um poderoso chute com a perna esquerda, Roberto Carlos colecionou títulos por onde passou. Ídolo do Palmeiras, ele viveu o auge de sua carreira durante os 11 anos em que defendeu o Real Madrid; foram 584 jogos pelo clube espanhol, onde conquistou três  Ligas dos Campeões. Com a seleção brasileira foram 125 partidas e 11 gols. Roberto Carlos foi nosso lateral-esquerdo em três Copas do Mundo ( 1998, 2002 e 2006 ), sendo campeão em 2002. Em 2006, ele protagonizou um lance no mínimo polêmico: enquanto o lateral arrumava a meia, o francês  Thierry Henry marcava o gol que mandou o Brasil de volta para casa.


1 – Nílton Santos
Nílton Santos - o maior lateral-esquerdo de todos os tempos

Nílton Santos é um dos poucos jogadores de defesa que pode ser elevado à categoria de gênio. O lateral-esquerdo vestiu somente duas camisas: a do Botafogo e a da Seleção Brasileira. Disputou quatro Copas do Mundo, sagrando-se bicampeão em 1958 – 1962. A técnica, a habilidade de Nílton Santos fizeram com que ele fosse chamado de “Enciclopédia do Futebol”. Em 2000, a FIFA o elegeu como o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos. Nílton Santos faleceu em 2013.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

10 genios do futebol

10 gênios do futebol que não ganharam uma Copa do Mundo

Eles figuram na maioria das listas dos melhores jogadores de todos os tempos. São ídolos dos clubes em que jogaram. Ganharam quase todos os títulos possíveis para um jogador. Fizeram fama e fortuna; mas, não conquistaram uma Copa do Mundo. Alguns desses gênios do futebol nem sequer disputaram um mundial, outros estiveram bem próximos do título. Em comum, além da genialidade, eles amargam o desgosto de não terem erguido o troféu da maior competição do futebol.


1 – Matthias Sindelar
Sindelar
Sindelar era tcheco, nascido na Morávia, então parte do Império Austro-Húngaro. Sua família mudou-se para Viena quando ele tinha dois anos de idade. Sindelar é considerado o maior jogador austríaco de todos os tempos; seu desempenho como um centroavante goleador que também voltava para buscar jogo e puxar os marcadores para fora da área, tabelando com os meias, lhe deixou conhecido como um dos mais revolucionários jogadores europeus no início do século passado.

Sindelar ganhou duas Copas Mitropa (torneio precursor da Liga dos Campeões da UEFA), em 1933 e em 1936, tendo também conquistado um campeonato austríaco, o de 1926. Sua elasticidade e leveza renderam-lhe o apelido de Der Papierene, o "Homem de Papel". Na Copa de 1934, a Áustria de Sindelar ficou em quarto lugar, desbancada na semifinal pela anfitriã Itália.

Com a ascensão do nazismo e a anexação da Áustria, Sindelar não pode participar da Copa de 1938, o craque morreria em 1939, sob circunstâncias misteriosas.


2 – Di Stéfano
Di Stéfano

Alfredo di Stéfano Laulhé é para muitos o nome do maior jogador nascido em terras castelhanas, tendo mesmo quem o considere superior a Pelé. Os cronistas o descrevem como um artista da bola, inteligente, habilidoso e veloz, mas acima de tudo, um artilheiro nato, um obcecado pelo gol. Fez  818  em 1115 jogos.
Começou no juvenis do River Plate e aos vinte anos já era titular da chamada “La Máquina”, jogou depois no Milionários de Bogotá e finalmente no Real Madrid, onde viveu seu auge como jogador. Na equipe espanhola, entre dezenas de títulos, foi cinco vezes campeão da Europa.
Defendeu as cores de três países. Por sua terra natal,  jogou pouco: seis partidas em 1947, ainda assim, marcou seis gols e foi campeão sul-americano daquele ano. Pela Colômbia jogou quatro vezes, sem marcar gols. Ambas as seleções não participaram das eliminatórias para as Copas de 1950 e 1954.
Na Fúria espanhola, jogou de 1957 a 1962. Apesar do favoritismo absoluto, a Espanha não conseguiu a classificação para a Copa de 1958, em 1962 chegou lesionado ao Chile, esperando poder jogar na segunda fase, mas a seleção espanhola foi eliminada prematuramente pelo Brasil. Di Stéfano nunca atuou em uma Copa do Mundo.


3 – George Best

George Best
Há um ditado bastante popular na Irlanda do Norte que diz o seguinte: “Maradona good. Pelé better. George Best”. O craque se consagrou no time inglês do Manchester United, sendo considerado um dos maiores ídolos do clube de todos os tempos e o melhor jogador irlandês e britânico da história.

Best está sem dúvida entre os grandes jogadores da história do futebol a jamais ter jogado uma Copa do Mundo. Ironicamente, na primeira tentativa de classificação para uma Copa sem contar com Best, os norte-irlandeses conseguiram vaga para a de 1982. Houve quem defendesse a sua convocação para o mundial da Espanha, Best estava com 36 anos e escondido na liga estadunidense, mas ainda era respeitado na terra natal.  O jogador declarou que ficaria contente em jogar nem que fosse por poucos minutos, apenas para sentir a sensação de disputar uma Copa, mas respeitou a decisão do técnico de não levá-lo ao Mundial.

Sempre envolvido com belas mulheres e monumentais bebedeiras, Best faleceu em 2005. Pelé, que o visitara no hospital, deixou-lhe uma carta em que terminava dizendo: “Do segundo melhor jogador de todos os tempos, Pelé.”


4 – Puskas
Puskas
Ferenc Puskas nasceu em Budapeste em 1927. Os historiadores do futebol dizem que ele foi um craque espetacular, líder da lendária seleção húngara que encantou o mundo na metade do século passado. Era driblador de extrema habilidade na perna canhota, apelidado de o “Canhota de Ouro”.
Puskas começou sua carreira no Kispest, que foi rebatizado pelo exército húngaro como Honved, onde foi campeão do seu país quatro vezes e artilheiro outras quatro. No Real Madrid foi campeão da Europa em três ocasiões, sendo duas vezes artilheiro do torneio e ganhou cinco títulos da Liga Espanhola.
Na seleção húngara Puskas foi campeão olímpico em 1952 e na Copa de 1954 ficou com o vice-campeonato, quando foram derrotados pela Alemanha, numa das maiores surpresas do futebol mundial. Naturalizado espanhol disputou a Copa de 1962, mas não passou da primeira fase. Puskas faleceu em 2006.


5 – Eusébio

Eusébio
Eusébio da Silva Ferreira, nasceu em Moçambique, na época colônia portuguesa, em 1942. Ficou conhecido no futebol como o “Pantera Negra” e era um goleador espetacular, dono de uma velocidade incrível e um chute fortíssimo.
Foi no Benfica de Lisboa que Eusébio ganhou fama internacional no futebol, levando o clube português ao bicampeonato europeu em 1961-1962 e outras três vezes ao vice-campeonato do torneio. A carreira de Eusébio foi marcada por lesões, tendo sofrido seis operações no joelho esquerdo e uma no direito. Marcou 733 gols em 745 jogos oficiais e foi eleito o terceiro jogador do século, atrás de Pelé e Maradona.
Na seleção portuguesa, conduziu a equipe na histórica campanha de 1966, conseguindo para Portugal o terceiro lugar na competição. Nessa Copa,  Eusébio marcou nove gols, o que lhe garantiu a artilharia do mundial da Inglaterra. Foi a única Copa que o “Pantera Negra” disputou. Eusébio faleceu em janeiro desse ano.


6 – Cruijff Cruijff
Johan Cruijff é apontado por muitos especialistas, como um dos poucos  a ombrear com Pelé na arte de futebol. Habilidoso, veloz e inteligente, tinha a capacidade de colocar o seu talento a serviço do conjunto, inaugurando o “futebol total”, ou seja, um esquema de jogo onde todos os jogadores marcavam, defendiam e atacavam. Essa maneira de jogar foi levada à perfeição pela seleção holandesa na Copa da Alemanha em 1974.
No Ajax, Cruijff ganhou o tricampeonato da Copa dos Campeões, sendo duas vezes eleito o melhor jogador europeu. Contratado pelo Barcelona, na negociação mais cara da época, levou o time catalão ao título espanhol, depois de um jejum de 14 anos. No Barcelona foi eleito pela terceira vez, o melhor jogador europeu.
Na Copa de 1974, a Holanda surpreendeu o mundo com a sua maneira de jogar, que ficou conhecida como o “Carrossel Holandês”. Um  a um os adversários da Laranja Mecânica caíam, entre ele: Uruguai ( 2x0), Argentina (4x0) e nas semifinais o Brasil, que sucumbiu por 2x0, numa atuação magistral de Cruijff. Na final daquele mundial a Alemanha, como acontecera em 1954, contrariou as expectativas de todos, vencendo a Holanda e erguendo o caneco.
Cruijff, por ser contrário ao regime militar na Argentina, negou-se a disputar a Copa de 1978. Depois de encerrar a carreira, ele tornou-se um técnico de sucesso.


7 – Platini
Platini
Michel Platini era um brilhante estrategista na armação do jogo, um meio campista clássico, cerebral, que com um toque deixava os atacantes na cara do gol. Também era um grande cobrador de faltas e um artilheiro nato.
Na França jogou no Nancy e no Saint-Étienne, neste último ganhou seu único título francês. Na Juventus da Itália, ganhou a Copa dos Campeões da Europa, o Mundial de Clubes e três títulos italianos. Atuando pela equipe de Turim, ganhou três vezes a Bola de Ouro, como o melhor jogador europeu.
Pela seleção francesa disputou três Copas do Mundo. Em 1978, na Argentina, o time foi eliminado logo na primeira fase; em 1982, a França ficou em quarto lugar, após a dramática semifinal com a Alemanha e em 1986, “os azuis” conseguiram o terceiro lugar, derrotando Itália e Brasil, mas caindo novamente para a Alemanha nas semifinais. Platini foi campeão da Eurocopa de 1984.
Após uma carreira sem muito sucesso como técnico, Platini foi eleito presidente da UEFA em 2007.


8 – Zico
Zico
Arthur Antunes Coimbra, o Zico, é o maior jogador da história do Flamengo e para muitos, o sucessor de Pelé na seleção brasileira. É o maior goleador que o Maracanã já teve com 333 gols em 435 jogos. Zico era dono de um futebol maravilhoso, feito de dribles, lançamentos e arrancadas espetaculares em direção do gol. Foi um dos maiores batedores de falta que o mundo já viu, tanto que na Itália, os jornalistas debatiam sobre como se poderia evitar os gols dele em cobrança de faltas. Zico foi o ídolo de toda uma geração brasileira.
No Flamengo, ganhou quatro campeonatos brasileiros, a Taça Libertadores e o Mundial de Clubes, além de sete estaduais. Jogou também pela Udinese na Itália e pelo Kashima Antlers, do Japão.
Zico disputou três Copas do Mundo. Em 1978, sofreu uma lesão e despediu-se da competição contra a Polônia, na segunda fase de grupos. O Brasil ficaria com o terceiro lugar.
Em 1982, na Espanha, formou ao lado de Sócrates e Falcão, um espetacular meio campo da seleção canarinho, que embora sendo a favorita absoluta, caiu perante a Itália ou melhor perante Paolo Rossi, pesadelo da torcida brasileira, só exorcizado na final de 1994.
Em 1986, no México, disputaria sua última Copa. Em virtude de estar se recuperando de uma séria lesão, ficou na reserva, entrando em cinco partidas. No jogo contra a França, perdeu um pênalti e o Brasil foi eliminado pelos franceses.


9 – Stoichkov
Stoichkov
Hristo Stoichkov é um desses gênios do futebol que as vezes surgem em países com pouca expressão nos gramados. Nascido na Bulgária, Stoichkov foi um craque de extrema habilidade com a perna esquerda. Da canhota do búlgaro partiam lançamentos perfeitos para os atacantes. Conseguiu a proeza de levar a seleção do seu país às semifinais da Copa de 1994. No Barcelona, ao lado de Romário, formou uma das melhores duplas de ataque do futebol mundial.

Seu ápice como jogador foi em 1994, quando recebeu a Bola de Ouro do futebol europeu, então entregue pela revista France Football. Foi também o ano de sua coroação como herói nacional ao conduzir sua seleção à melhor campanha de sua história em Copas do Mundo. Nos Estados Unidos, os búlgaros alcançaram as semifinais, em que perderam para a Itália por 2 a 1. A seguir, foram derrotados por 4 a 0 pela Suécia na decisão do terceiro lugar. Apesar dessa decepção, Stoichkov voltou para casa com a satisfação de ser o artilheiro do torneio com seis gols, empatado com o russo Oleg Salenko.
Dois anos mais tarde, aquela mesma geração de jogadores conseguiu classificar a Bulgária para a Eurocopa, depois de 28 anos de espera. O selecionado foi eliminado já na primeira fase, mas Stoichkov fez um gol em cada um dos três jogos. Foram os anos de ouro do futebol búlgaro.
O atacante parou de defender a seleção de seu país em 1999, depois de 13 anos, 83 partidas e 37 gols. "Nenhum búlgaro chegará tão longe como eu", garantiu Stoichkov com sua peculiar franqueza.


10 – Baggio
Baggio
Roberto Baggio foi um jogador genial. Habilidoso e dono de uma personalidade forte, o craque continua sendo um caso à parte na história do futebol italiano. Jogador extraordinário, ele ficou a um pênalti de levantar a taça mais cobiçada do planeta bola. 
A história de Baggio é a de um atacante naturalmente talentoso que precisou dar provas de uma impressionante coragem para conseguir superar, às custas de muito sacrifício e sofrimento, lesões recorrentes no joelho direito. Compensando o porte físico mediano  com uma técnica individual incomparável, uma rara visão de jogo e um instinto nato para o gol, o elegante camisa 10 passou toda a sua carreira na Velha Bota, da estreia na terceira divisão em 1982 com o Vicenza até pendurar as chuteiras no Brescia, em 2004.

Baggio disputou três Copas do Mundo. Em 1994, nos Estados Unidos, o craque perdeu um pênalti na decisão contra o Brasil e a Itália ficou com o segundo lugar.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

sobre futebol femenino

Futebol feminino

Ver artigo principal: Futebol feminino
Uma partida de futebol feminino.
futebol feminino tem apresentado um crescimento lento atualmente, principalmente devido a obstáculos sociais e culturais que não permitem o ingresso pleno da mulher ao desporto.[53] O primeiro jogo feminino sob as regras de futebol do qual se tem registros ocorreu em 1892, na cidade escocesa de Glasgow.[54] No final de 1921 o futebol feminino foi proibido na Inglaterra, ação não seguida por outros países do mundo. Em 1969 o futebol feminino voltou a ser realizado naInglaterra, motivo pelo qual começou a se expandir fora do seu território. A primeira partida internacional de seleções de futebol feminino ocorreu em 1972, casualmente 100 anos depois do primeiro encontro masculino, onde a Inglaterravenceu a Escócia por 3 a 2.[54] Os primeiros torneios mundiais começaram a ser disputados nos anos 1990: a Copa do Mundo de Futebol Feminino a partir de 1991 e como desporto olímpico desde 1996.
Segundo uma pesquisa realizada pela FIFA, existem cerca de 26 milhões de jogadoras no mundo. Em média, para cada 10 futebolistas (de ambos sexos) existe uma jogadora no mundo.[2]

terça-feira, 3 de maio de 2016

eu nao sabia algumas dessas...............